10+1 Filmes de 1981

  • Os Caçadores da Arca Perdida (Raiders of the Lost Ark, Steven Spielberg)
    Spielberg e Lucas não mereceram figurar na lista de ’77. Juntaram forças para abrir a lista de ’81. Isto aqui é cinemão.
  • A Guerra do Fogo (Quest for Fire, Jean-Jacques Annaud)
    Poucos se aventuraram a contar nossa pré-história. Annaud o fez com maestria.
  • Gallipoli (Peter Weir)
    Weir se provando grande. Mel Gibson antes de se provar um completo idiota.
  • O Buraco da Agulha (Eye of the Needle, Richard Marquand)
    Como se fosse uma peça com três atores – Donald Sutherland entre eles. Aí você intercala três ou quatro planos abertos. É bonito.
  • O Barco: Inferno no Mar (Das Boot, Wolfgang Petersen)
    Segunda Guerra, como o anterior. Sai o teatro e entra o cinema realidade.
  • Reds (Warren Beatty)
    Veja o trailer – o 5º da playlist acima. Veja o trailer.
  • Os Bandidos do Tempo (Time Bandits, Terry Gilliam)
    Monty Python + Sean Connery. Aquecimento para a Vida de Brian. Ou não.
  • Um Tiro na Noite (Blow Out, Brian de Palma)
    De Palma homenageando Blow-Up. Sai o fotógrafo; entra Travolta sonoplasta (!)
  • Profissão, Ladrão (Thief, Michael Mann)
    Para quem só conhece o Mann de Colateral e o Caan d’O Poderoso Chefão.
  • O Destino Bate a Sua Porta (The Postman Always Rings Twice, Bob Rafelson)
    Raro remake a figurar por aqui. Este é da época em que a coisa era feita com respeito, muito respeito. Tem Jack Nicholson e Jessica Lange nos papéis principais. E Rafelson se lambuzando no noir.

  • Corpos Ardentes (Body Heat, Lawrence Kasdan)
    Você não notou, Kasdan abriu a lista como roteirista daquele Indiana. Nas horas vagas era diretor. Que aqui mostrou para Rafelson como se lambuzar no noir sem fazer remake ou apelar para atores consagrados. Kasdan lança William Hurt e Kathleen Turner. Só. Não morra antes de ver.

R.E.M.

10+1 Filmes de 1987

Haken

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Sobre

junkyage s.f. última era do  antropoceno. Última no sentido de recente, corrente. Última no sentido de derradeira, saideira?

* (asterisco) s.m. 1. curinga, substituto. 2. representação lo-fi de uma flor.

Junkyage* blog à moda antiga sobre coisas que merecem ser vistas ou revistas antes que a gente foda com tudo.

Curador Amador

Nando Vasconcellos, cidadão de meia idade e vida inteira de amador numa cidadezinha do interior que não é Bacurau. Que pena!

Cura é copia & cola com zelo, na unha, sem algoritmos. Crio com retalhos dos outros. Algumas partes e relações são óbvias. Este todo* não surgiria em nenhum outro lugar. Nem se bilhões de macacos tentassem por dez mil anos.